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Chicago: postes de iluminação vão detetar poluição e contar pessoas

por Mäyjo, em 23.12.14

Chicago: postes de iluminação vão detectar poluição e contar pessoas

Diz-se que as paredes têm ouvidos. Neste caso, são os postes de iluminação de Chicago que os passarão a ter. Ouvidos e olhos. A cidade norte-americana vai instalar uma nova série de dispositivos de iluminação que vão ter a capacidade de medir a qualidade do ar, monitorizar o barulho e contar os pedestres.

Os novos postes vão ser colocados até ao início de Julho e, além da qualidade do ar e do barulho, vão conseguir monitorizar a intensidade luminosa, o calor, a precipitação e o vento. A contagem de pedestres vai ser feita através da monitorização do tráfego de smartphones.

A colocação destes novos postes de iluminação “inteligentes” resulta de uma iniciativa da Universidade de Chicago e do Argonne National Laboratory e a ideia é recolher detalhes precisos sobre o que acontece na cidade e como as pessoas a utilizam e o seu impacto consequente. Por outro lado, vai ajudar a saber onde estão os pontos poluídos e onde existem perturbações na circulação dos pedestres, refere o Gizmodo.

Embora o projecto possa preocupar os residentes e pedestres ao nível da privacidade, as entidades investigadoras asseguram que os dados vão ser recolhidos e guardados sob anonimato.

De acordo com Charlie Catlett, director do Urban Center for Computation and Data, o objectivo deste novo sistema é “perceber melhor as cidades”. “Parte do objectivo é tornar estas coisas em utilidades públicas”, explicou ao Chicago Tribune.

Foto: Chicago nos anos 50  1950sUnlimited / Creative Commone

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publicado às 23:09

Estudantes norte-americanos desenvolvem telhas que despoluem o ar

por Mäyjo, em 23.12.14

Estudantes norte-americanos desenvolvem telhas que despoluem o ar

Há muito que a poluição atmosférica é considerada um dos grandes problemas da sociedade, sobretudo nas megacidades e grandes metrópoles, mas pouco tem sido feito para acabar com este drama. Um estudo recente das Nações Unidas mostrou que apenas 12% da população mundial respira ar de qualidade, e que este é sobretudo prejudicial em países asiáticos.

Para tentar amenizar este problema, alunos da Universidade da Califórnia, no polo de Riverside, estão a desenvolver um telhado que ajuda a despoluir o ar. Nos testes de laboratório, eles revestiram as telhas de barro com dióxido de titânio, um composto comum encontrado com facilidade em diversos produtos, de tintas de parede a cosméticos.

As telhas foram colocadas dentro de uma câmara que reproduz o ambiente atmosférico, construída com madeira, tubos de PVC e teflon. A câmara foi ligada a uma fonte de óxidos de nitrogénio e a um dispositivo que lê as concentrações do poluente, formado quando determinados combustíveis são queimados a temperaturas elevadas, por exemplo pela combustão nos carros.

Segundo o Planeta Sustentável, os investigadores usaram a luz ultravioleta para simular a luz solar, o que activa o dióxido de titânio e permite que ele quebre os óxidos de nitrogénio. O resultado impressiona: as telhas revestidas retiraram entre 88% e 97% dos óxidos de nitrogénio.

Segundo a equipa de estudantes, 21 toneladas de óxidos de nitrogénio seriam eliminados diariamente se um milhão de telhados fossem revestidos com a mistura de dióxido de titânio. Eles também calcularam que custaria apenas €3,6 (R$ 11,1) para revestir um telhado residencial de médio porte.

Actualmente, existem outras telhas no mercado que ajudam a reduzir a poluição de óxidos de nitrogênio. No entanto, há poucos dados sobre alegações de que eles reduzem a poluição, explica a equipa de cientistas.

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publicado às 22:49

WC descartável pode ajudar a cultivar alimentos nos países em desenvolvimento

por Mäyjo, em 23.12.14

WC descartável pode ajudar a cultivar alimentos nos países em desenvolvimento

É difícil imaginar algo tão desagradável como uma sanita que é utilizada para cultivar alimentos. Contudo, é exactamente isto que um arquitecto sueco pretende implementar nos países em desenvolvimento.

Anders Wilhelmson está a trabalhar no Peepoo, um saco descartável e biodegradável que funciona como sanita e fertilizante natural. A solução pode parecer grosseira, mas os WC improvisados onde as pessoas defecam para sacos de plástico e os atiram para o lixo é um problema grave que afecta as favelas urbanas de países subdesenvolvidos.

As Nações Unidas estimam que cerca de 2,6 mil milhões de pessoas, ou cerca de 40% da população mundial não tem acesso a casas de banho. Condições sanitárias impróprias contaminam a água potável e conduzem a problemas de saúde pública em grande escala, bem como a problemas ambientais.

O Peepoo é semelhante às sanitas descartáveis, mas muito mais ecológico. Depois de utilizar o saco biodegradável é possível selar a embalagem e enterra-la num local próximo. Uma camada de cristais de ureia elimina todos os agentes patogénicos passíveis de causar doenças e transforma a matéria orgânica em fertilizante para os solos. À medida que o saco se vai decompondo liberta detritos purificados para o solo, enriquecendo-o com nutrientes, escreve o Inhabitat.

Wilhelmson espera que os sacos possam custar cerca de dois cêntimos, preço comparável com o dos sacos de plástico.

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publicado às 14:05

Sabia que...

por Mäyjo, em 23.12.14

“Por cada 3 habitantes do Mundo, temos um chinês e um indiano.”

 

“80% da Humanidade vive a menos de 500 m de altitude e 91,5% a menos de 1000km do mar.”

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publicado às 14:05

Programa de reciclagem em bicicleta permite a comunidades desfavorecidas transformar lixo em algo de valor

por Mäyjo, em 23.12.14

Programa de reciclagem em bicicleta permite a comunidades desfavorecidas transformar lixo em algo de valor

Para os habitantes das cidades desenvolvidas, o lixo não é um problema – uma vez que existem infra-estruturas de recolha e gestão dos resíduos. Contudo, esta realidade não é comum a todo o mundo, especialmente aos países subdesenvolvidos, onde os sistemas de gestão de resíduos estão de tal forma sobrecarregados ou são de tal forma ineficientes que as crises de lixo urbano são frequentes, criando condições de vida insalubres para os moradores.

Em Lagos, na Nigéria, existe um programa de reciclagem ao domicílio que além de permitir limpar o lixo das ruas da cidade recompensa ainda os habitantes mais desfavorecidos. O programa é gerido pelos Wecyclers, que percorrem a cidade com bicicletas de carga e recolhem o lixo, previamente separado pelos habitantes, ao domicílio. Nos bairros de Lagos apenas 40% do lixo é recolhido. A cidade tem 18 milhões de habitantes.

O objectivo do programa é melhorar a situação dos resíduos não recolhidos ao mesmo tempo que responde às necessidades das empresas de reciclagem da cidade, muitas das quais estão sob capacidade e sofrem restrições de oferta devido a um inventário insuficiente de materiais para serem processados, escreve o TreeHugger.

Para encorajar à reciclagem nos bairros onde os Wecyclers operam, o programa incentiva os habitantes com um programa de SMS-recompensa, que permite às famílias receberem pontos por cada quilo de lixo que reciclem. Estes pontos podem depois ser convertidos em bens de diversos géneros, como alimentos, chamadas telefónicas ou pequenas reparações domésticas. Essencialmente, o sistema permite aos habitantes de Lagos transformarem directamente o lixo em valor.

Actualmente, mais de 5.000 habitações já aderiram ao programa e no future os Wecyclers querem expandir-se para outras cidades da Nigéria, criando mais emprego e valorizando o lixo.

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publicado às 13:44


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